Metodologia iiRH

Profissionais a formar profissionais

 

No iiRH acreditamos que a aprendizagem é mais eficaz quando nasce da experiência prática. O nosso modelo formativo inspira-se no modelo
70–20–10, privilegiando a aprendizagem que acontece no terreno, na partilha entre pares e na aplicação imediata. Trabalhamos numa lógica
peer-to-peer, onde profissionais no ativo formam outros profissionais, com base em casos reais, desafios concretos e decisões do dia a dia. A componente formal existe para enquadrar conceitos, mas a prática lidera o processo.

MENOS TEORIA ABSTRATA. MAIS PRÁTICA APLICÁVEL.

Formação relevante, atual e utilizável no dia seguinte, diretamente no contexto de trabalho.

 

Como trabalhamos na prática

Experiência real
no centro

A aprendizagem parte da prática. Os formadores são profissionais no ativo, não apenas especialistas no tema, mas pessoas que fazem, executam e decidem em contexto real de trabalho.

Aprendizagem
entre pares

A partilha é estruturante. Discussão de casos, troca de práticas e reflexão conjunta criam aprendizagem social, onde todos ensinam e todos aprendem, a partir de experiências concretas.

Aplicação imediata

O foco está na transferência para o dia a dia. Role-plays, exercícios guiados e simulação de cenários reais da própria organização permitem aplicar de imediato o que é trabalhado em formação.

Técnicas e metodologias que usamos
habitualmente

  • Role-play e simulação real de contextos
  • Cases study internos (problemas reais trabalhados em formação)
  • Exercícios práticos e aplicação imediata
  • Dinâmicas colaborativas e peer-feedback
  • Learning by Doing — aprender fazendo
  • World Café e discussão facilitada
  • Canvas, frameworks e templates operacionais
  • Workshops imersivos
  • Debriefing estruturado para consolidação de aprendizagem
  • Intervenções / palestras de líderes reconhecidos

     

O que isto produz nas equipas

  • Maior retenção do conhecimento
  • Competências aplicáveis no terreno
  • Partilha interna entre equipas e departamentos
  • Autonomia para decidir com mais segurança
  • Evolução comportamental real — não apenas conceptual iiRH